O deputado que todo brasileiro merece
Do alto de sua simplicidade, o deputado Tiririca dá uma lição de moral a todos os políticos brasileirosApós uma votação histórica, Tiririca está pensando em desistir da política. Durante entrevista com a Sabrina Sato em Brasília, o deputado confirmou que irá deixar a vida pública. "Não dá pra fazer muita coisa", disse.
Preta Gil contra Jair Bolsonaro
A cantora Preta Gil comunicou em seu Twitter que acionou um advogado para tomar providências jurídicas contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP) por racismo. Preta, que é filha do cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, foi convidada a enviar uma pergunta ao parlamentar para o quadro "O povo quer saber", do programa "CQC", da Band,
Preta questionou Jair sobre como reagiria caso seu filho namorasse uma negra. Bolsonaro respondeu: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu."
Após a exibição da resposta, Preta - que não chegou a assistir ao programa, mas viu a repercussão pela internet - postou no Twitter: "Advogado acionado, sou uma mulher negra, forte e irei até o fim contra esse deputado, racista, homofóbico, nojento." E acrescentou: "Racismo é crime!!!! e ele assume que o é!!!!! e conto com o apoio de vocês e na realidade vamos agradecer ao CQC que nos deu a Prova maior! Estou em paz, sei muito bem a família que tenho, o orgulho de ser negra e a consciência dos meus direitos como cidadã".
Jair Bolsonaro agride militantes do movimento negro: "Voltem para o zoológico"
A sessão da Comissão de Direitos Humanos da Câmara do Deputados recomeçou na manhã desta quinta-feira (7/3) restrita apenas para deputados, servidores e imprensa. A comissão tem 18 membros, cinco são do Partido Social Cristão (PSC) e outros seis são da bancada evangélica.
Manifestantes não puderam acompanhar a sessão. Ao chegar, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) discutiu com os manifestantes. “Voltem para o zoológico”, declarou a um grupo de militantes do movimento negro.
Marco Feliciano (PSC-SP) chegou à sessão vaiado por manifestantes, que o chamaram de homofóbico e racista. O presidente da Comissão, Domingos Dutra chorou por causa da restrição à entrada de manifestantes e gritou “ditadura”. Deputados do PSC reclamaram da atitude de Dutra, “o senhor envergonha esta Casa”, exclamaram.



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